Discípulos de Cristo Jesus

Vivendo Para a Glória de Deus!

A vida cristã deve ser vivida para a glória de Deus somente. Em tudo o que nos empenhamos e fazemos devemos procurar a glória de Deus. Paulo chegou a dizer que até mesmo as coisas mais curriqueiras da vida como o beber e o comer devem ser feitos para a glória de Deus (1Co 10.31).

Nenhum de nós viveremos na plenitude se não vivermos voltados para a glória de Deus. Pois, a plenitude da vida está em viver para a glória de Deus. A glória de Deus produzirá a verdadeira vida plena de satisfação em Deus.

O pastor e escritor John Piper foi feliz quando afirmou que Deus é mais glorificado em nós quanto mais nos alegramos Nele. A glória de Deus e nossa alegria são faces de uma mesma moeda. Quando procuramos verdadeira satisfação vislumbramos e refletiremos a glória de Deus. Pois, a verdadeira alegria resulta na contemplação apaixonada do único ser no universo que tem toda a glória e beleza. A contemplação da beleza de Deus nos deixa encantados e sobressaltados ante inenarrável resplendor.

O Breve Catecismo de Westminster indaga: Qual o fim principal de todo o homem? Ele mesmo responde: O fim principal de todo homem é glorificar a Deus e se alegrar Nele para sempre.

A nossa alegria e a glória de Deus é o propósito de Deus para nossas vidas e o alvo da vida cristã. Toda a plenitude da vida cristã se resume na contemplação do Ser eterno de Deus na Pessoa maravilhosa de Cristo Jesus pela obra persuadora e renovadora do Espírito Santo.

Soli Deo Gloria!

sábado, abril 01, 2006

As Janelas da Bíblia)

Leitura Seleta: Js 2.15.

Comentário: Não quero falar das janelas em si, mas de eventos em que elas estiveram envolvidas. Estas janelas podem receber cognomes observando os eventos que nelas se desenrolaram. Com isso podemos tirar lições para as nossas vidas atuais.
As janelas são usadas não só para ornamentar uma casa, mas para promover algumas coisas. As utilidades das janelas são imprescindíveis a qualquer casa ou prédio. Suas utilidades são clarividentes em nosso cotidiano.
Podemos destacar algumas utilidades de janelas, as quais são: a) claridade; b) ventilação e c) ornamentação.


I. A Janela do Livramento (Js 2.15).

II. A Janela das Esperanças Frustradas (Jz 5.28).
A mãe de Sísera, capitão do exército de Jabim, não sabedora do fim de seu filho, aguardava olhando pela janela a sua volta como um grande guerreiro que traria os seus despojos. Mas a sua esperança sumiu no funil. A sua expectativa fora frustrada.
Podemos chamar, e com razão, de ilusões imperceptíveis. Ela não percebia a desgraça que ocorrera, e iludida as suas moças arrazoavam “porventura não achariam e repartiriam despojos”?
São pessoas que não se apercebem da realidade. Não há virtude em espreitar em tal janela. Pessoas vivem nesta janela utópica. Mas há de chegar o momento que, queira Deus que seja breve, no horizonte o mensageiro virá trazendo as novas e aí sim o castelo das ilusões desmoronará, juntamente com suas janelas. E estas pessoas serão acordadas para a realidade.

III. A Janela do Escape e da Fuga (I Sm 19.12; II Co 11.33).

IV. As Janelas da Morte.
Jr 9.21: Porque a morte subiu pelas nossas janelas, e entrou em nossos palácios, para exterminar as crianças das ruas e os jovens das praças.
Não há morte só nas panelas, mas também nas janelas! Em muitos lugares os mortos jazem no chão, em conseqüência desta mortal inimiga da humanidade. E o alvo predileto de seu aguilhão são as nossas crianças e nossos jovens. Semelhante uma das quatro propostas comprometedora de faraó, essa terrível inimiga visa, principalmente, as crianças e os jovens. Como a fala de faraó exprimia: pais no deserto e crianças e jovens no Egito. Essa inimiga almeja tragar nossas crianças e jovens para que não se dediquem ao Senhor Jesus. Tal desgraça não aconteça em nosso meio! Mas, infelizmente, já se divisa em muitas tendas no arraial a morte entrando pelas janelas. E repito, o alvo é, preferivelmente, nossas crianças e jovens. Alguém pergunta: o que fazer? E eu ouso responder: FECHEM ESSAS JANELAS!
Janelas mortais. Janelas da irresponsabilidade. Janelas do “não tem nada ver”. Janelas “ele é apenas uma criança, não tem nada demais”. Janelas “de uma ética paterna relativa”. Janelas “da hipocrisia no lar”. Janelas “da infelicidade conjugal”. As janelas “dos divórcios”. As janelas “em um viver sem limites”. Janelas “não privem seus filhos de nada”. Janelas “dos namorados dormindo nas casas das namoradas”. Janelas de “um namoro indecente”. Janelas de “um namoro imaturo – sem preparação e instrução”. Janelas de “namoros sem compromissos”.

V. A Janela do Aprendizado experimental objetivo.
Pv 7.6-7: Porque da janela da minha casa, olhando eu por minhas frestas, vi entre os simples, descobri entre os moços, um moço falto de juízo.

VI. A Janela da Oportunidade.
II Rs 13.17: E disse: Abre a janela para o oriente. E abriu-a. Então disse: Eliseu: Atira. E atirou; e disse: A flecha do livramento do SENHOR é a flecha do livramento contra os sírios; porque ferirás os sírios; em Afeque, até os consumir.

VII. As Janelas para mero efeito de Ornamento (Jr 22.13, 14).

VIII. A Janela do Desprezo (I Sm 6.16).
Ela não estava participando da festa. Não ajudou na organização da festa.
Ela era esposa do rei e seria interessante a sua presença nesta festa. A festa não era de Davi, mas do SENHOR!
Ela o desprezou porque ele se alegrava diante do SENHOR. Quantos críticos mortais vociferam contra os benditos do SENHOR?
Ela o desprezou no seu coração (Jr 17.9 e refs.). Só Deus muda nosso coração (Jr 24.7).
Ela desprezou ou criticou a Davi porque ele se fizera como um do povo. Ele se despiu do manto real (NVI). Ele tornou-se, na linguagem da BV, “como se fosse um homem qualquer do povo”!
Ela dizia que, na linguagem da BV, Davi “exibia-se diante de moças e mulheres ao longo das ruas”.
Mical estava mais interessada na honra de Davi como rei – honra humana. Em contraste agudo, Davi estava mais interessado em honrar ao SENHOR do que favorecer a sua própria reputação. “Eu honro os que me honram”, não as Palavras do SENHOR?
Os que permanecem nesta janela são improdutivos, infrutíferos – estéreis.

IX. A Janela de Jezabel (II Rs 9.30).
Os que ficam na janela de Jezabel são os introdutores do culto alternativo – culto a baal.
Usam de feitiçaria (II Rs 9.22). Há muitos métodos de feitiçaria adotados pelas igrejas atuais. Com isso quero afirmar as práticas ocultistas que, como um “Cavalo de Tróia”, penetra dentro de muitos segmentos evangélicos hoje. Tais práticas são ensinadas com uma terminologia cristã. É o poder da mente. Você é um deusinho. Determine sua vitória. Visualize seus sonhos. É a fé na fé. O poder mágico da fé. Fé no sucesso, e outras aberrações.
A janela de Jezabel é freqüentada pelos assassinos de profetas (I Rs 18.13; cf. Mt 23.29-35).
Temos no N.T., uma mulher que fora chamada de “Jezabel”. Essa mulher mantinha uma influência aterradora sobre a Igreja. Muitos, infelizmente, seguiam seus ensinos.
A janela de Jezabel é freqüentada pelos que toleram pecado dentro da Igreja (Ap 2.20); são os que causam ameaças internas, não externas – porventura eles não estão do lado de dentro da casa, olhando pela janela?
Pode-se observar que o culto imoral representado por Jezabel (gnosticismo religioso) era “odiado” em Éfeso (Ap 2.6); tolerado em Pérgamo (Ap 2.15-16); mas era ativamente promovido como posição oficial, em Tiatira (Ap 2.20-24). A lição espiritual que há nisso é óbvia. Todo o mal que não nos aborrece, a princípio pode ser “tolerado”, depois, “aceito” e, finalmente, “promovido oficialmente”.
O erro de Jezabel é o mesmo dos nicolaítas em Pérgamo: adaptação completa aos costumes pagãos. O problema em Tiatira era tão grave porque a filiação às corporações de comércio envolvia a participação em refeições no estilo dos pagãos, que muitas vezes levavam a imoralidade. Era um sincretismo, similar ao do promovido pela Jezabel do A.T., pode cultuar a Jeová e ao mesmo tempo a baal. Servir na mesa do Senhor Jesus e na mesa dos demônios.
É possível que aqueles que com ela adulteram (v.22) devem ser distintos dos seus filhos (v.23), no sentido que aqueles foram suficientemente influenciados por Jezabel, a ponto de comprometerem sua lealdade cristã, enquanto estes abraçaram inteiramente a sua doutrina; aqueles deveriam ser castigados, estes exterminados.

X. A Janela do Sono (At 20.9).

XI. As Janelas do Céu (Gn 7.11; Is 24.18; Ml 3.10).

XII. As Janelas do Arrebatamento.
Ct 2.9: O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho da gazela; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grandes.

XIII. As Janelas da Oração.
Dn 6.10: Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer. V.11: Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus.
O que devemos fazer quando estivermos em cativeiro? Devemos nos desesperar? Conformar-nos? Desistir? E então, o que fazer? Daniel não fez como muitos. Ele não culpou a Deus por está no cativeiro e passando por várias provas. Mas orou ao SENHOR que podia livrá-lo. Ele não murmurou. Mas dava graças diante de Deus. Ele não desfaleceu, mas suplicava diante do seu Deus. E então, o devemos fazer? Respondo: Devemos seguir o exemplo de Daniel! Que exemplo você me pergunta. O de abrir as janelas – para o lado de Jerusalém – da oração. Se continuarmos com as janelas fechadas o mofo aparecerá. Não haverá ventilação – circulação de vento. O mofo é resultado da falta de circulação do ar. Abram as janelas para que o ar possa correr livremente.
Na oração de Daniel notamos dois aspectos da oração, os quais são:
a) ação de graças; b) súplica.
Há cerca de quinze aspectos da oração:
Adoração;
Comunicação (Dn 9.3-6);
Comunhão (Ex 25.22);
Confissão (Dn 9.4-5);
Contrição (Sl 34.18);
Rogo (Ex 8.8-9).
Intercessão (Is 53.12; Rm 8.26-27);
Meditação (I Tm 4.15);
Petição (Ed 8.23; Fl 4.6);
Orando no Espírito (Jd 20; I Co 14.14);
Submissão;
Súplica (Sl 30.8);
Ação de graças (Fl 4.6);
Dores (Gl 4.19);
Veneração (Sl 29.2).


As quinze palavras e expressões representam quinze aspectos da oração. Nenhuma delas, isoladamente, abarca todo o significado dessa grande disciplina da vida cristã – a oração. Mas a compreensão de cada uma delas, tanto em particular como em função do conjunto, aliada à prática, mostrará que uma vida de oração efetiva não somente é possível, mas desejável.

Soli Deo Gloria!

Um comentário:

Unknown disse...

Excelente para me ajudar na compreensão de um sonho que tive. Um texto de 2006 pode me ajudar hj.. Deus é perfeito.